SERVIÇOS - TELECOMUNICAÇÕES
RANKING
As maiores empresas do setor de TELECOMUNICAÇÕES e também as líderes de mercado conquistado em vendas, de acordo com o anuário Exame Melhores e Maiores de 2008 são Telefonica, Oi/Telemar, Vivo, Brasil Telecom, TIM Celular, Embratel, Claro, Oi, TIM-NE e Brasil Telecom Celular.
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AS MAIORES DO SETOR DE TELECOMUNICAÇÕES RECEITA OPERACIONAL BRUTA em US$ milhões – dados de 2007
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1º |
Telefonica |
12 126,5 |
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2º |
Oi/Telemar |
12 108,2 |
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3º |
Vivo |
10 474,2 |
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4º |
Brasil Telecom |
8 056,9 |
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5º |
TIM Celular |
7 538,3 |
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6º |
Embratel |
6 514,3 |
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7º |
Claro |
6 460,4 |
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8º |
Oi |
3 376,1 |
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9º |
TIM-NE |
2 847,4 |
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10º |
Brasil Telecom Celular |
1 451,9 |
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Fonte: Exame Melhores e Maiores/2008 |
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AS MAIORES DO SETOR TELECOMUNICAÇÕES EM MERCADO CONQUISTADO NAS VENDAS %
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1º |
Telefonica |
16,0 |
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2º |
Oi/Telemar |
15,9 |
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3º |
Vivo |
13,8 |
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4º |
Brasil Telecom |
10,6 |
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5º |
TIM Celular |
9,9 |
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6º |
Embratel |
8,6 |
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7º |
Claro |
8,5 |
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8º |
Oi |
4,4 |
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9º |
TIM-NE |
3,7 |
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10º |
Brasil Telecom Celular |
1,9 |
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Mediana: 16 empresas 4,1 Fonte: Exame Melhores e Maiores/2008 |
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MERCADO DE CELULARES
De acordo com os dados divulgados pela Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações, em março de 2009, o número total de celulares no Brasil é de 151,9 milhões de unidades. E janeiro de 2009, foram habilitados 1,307 milhão de aparelhos, o segundo maior número para o mês de janeiro dos últimos 10 anos, ficando atrás apenas do mesmo período do ano de 2008. Dos mais de 151 milhões de aparelhos, 81,59% são pré-pagos e 18,41% pós-pagos. o Brasil tem agora 79,79 celulares para cada 100 habitantes. Em janeiro de 2008, o índice era de 64,50 para cada 100 habitantes. O Distrito Federal é a unidade da federação com a maior relação de celulares por habitantes, 1,37 celular para cada habitante. O Rio de Janeiro vem em segundo, com 0,98 por habitante. Em terceiro, o Mato Grosso do Sul, com 0,95.
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PARTICIPAÇÃO DO MERCADO DE CELULARES – mar/2009 |
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1º |
VIVO |
29,81% |
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2º |
CLARO |
25,73% |
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3º |
TIM |
24,06% |
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4º |
OI |
16,19% |
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5º |
BRASIL TELECOM |
3,84% |
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Fonte: Anatel, Folha de S.Paulo, 02/03/09. |
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AMBIENTE DE MERCADO
A expectativa do setor é a criação da supertele brasileira, resultante da compra da Brasil Telecom pela Oi Telemar.
Recapitulando, a Telemar surgiu em 1998, resultado da junção de operadoras telefônicas de 16 estados, e controlada pelos grupos Andrade Gutierrez, La Fonte e GP Investimentos. Dez anos depois, a empresa reúne sob a marca Oi suas operações de telefonia, internet e entretenimento, com 14 milhões de assinantes na telefonia fixa, 17 milhões de assinantes na telefonia móvel, foi a pioneira a adotar a tecnologia GSM no Brasil, possui 1,6 milhão de assinantes de banda larga na internet e teve receita de R$ 17,6 bilhões em 2007.
A compra da Brasil Telecom, por R$ 5,8 bilhões, depende de mudanças no Plano Geral de Outorgas, que prevê que o mesmo controlador não pode ser dono de duas concessionárias. Caso seja concretizada, a supertele terá um faturamento de cerca de R$ 30 bilhões, estará presente em todos os estados brasileiros, será responsável por 56% da telefonia fixa do país, 40% do mercado de banda larga e 17,5% dos assinantes de telefonia celular. A estratégia é ter uma empresa forte para concorrer com a mexicana Telmex (que controla a Claro e a Embratel) e a espanhola Telefonica, embora, mesmo com US$ 22,9 bilhões de valor de mercado, a supertele nacional terá um quarto do grupo mexicano e um oitavo do tamanho da Telefonica.
A perspectiva para o setor em 2009 é de crescimento, de acordo com o UIT – União Internacional de Telecomunicações, que afirma que o Brasil foi um dos poucos países em que o setor de telecomunicações continuou a crescer no último semestre de 2008. Apesar do agravamento da crise econômica mundial, 1/3 dos 4 bilhões de celulares em operação no mundo, hoje, vem de um dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). E a própria crise é apontada como um fator de crescimento do setor – visto que as empresas tendem a reduzir as viagens de negócios , substituindo-as por ligações telefônicas e por vídeo-conferência.
Quanto à competitividade, o setor de telefonia brasileiro – serviços de telefonia e internet – estão entre os mais caros do mundo, segundo um estudo da ONU divulgado em mar/2009. Tomando-se como referência o preço de um pacote básico, o uso do celular consome 7,5% da renda média per capita do país. A telefonia fixa consome 5,9%. Como exemplo, nos países onde a telefonia tem o menor custo para o consumidor, absorve 0,1% da renda per capita do habitante – Hong Kong, na China, Dinamarca e Cingapura. Até mesmo na Argentina, país vizinho, o percentual é de 2,5%. A internet de banda larga, considerada pela UIT importante ferramenta para o desenvolvimento econômico, tem um preço elevado no Brasil – custo mensal equivalente a 9,6% da renda média per capita brasileira (percentual bem acima de países como a Rússia, Índia e China).
O potencial de desenvolvimento do setor ainda é grande – de acordo com o estudo do UIT, de 2002 a 2007, o número de linhas fixas no Brasil caiu de 21,7 para 20,5; para cada cem brasileiros; e o de celulares mais que triplicou no mesmo período, de 19,5 para 63,1. No setor de internet, as cifras são mais modestas – o percentual de lares brasileiros com computador passou de 14,2% para 20,8%; o acesso à internet, que era de 10,3% dos lares, chegou a 15,4%. Mas ainda é um número modesto, quando comparado aos países desenvolvidos, os 70% dos lares são conectados.
E finalmente, ainda com relação à competitividade, a partir de março de 2009, todos os assinantes de telefonia fixa e móvel poderão trocar de operadora mantendo o mesmo número de telefone, o que favorece o consumidor a escolher quem lhe oferece a melhor relação custo-benefício, sem ser penalizado com a perda de seu número telefônico. É a chamada portabilidade de números fixos e móveis.
No atual momento, não deve fazer muita diferença para o consumidor, que na prática, é atendido de forma semelhante por todas as teles: sofre com a acessibilidade na internet, sofre com o atendimento telefônico – espera, burocracia, falta de autonomia na resolução de problemas, etc. E no ponto-de-venda, de duas e até quatro horas de espera para o atendimento, com senha.
Fonte: Exame Maiores e Melhores 2008, MSN Notícias, estadao.com.br, Jornal Folha de São Paulo (ranking de preços x renda per capita, mundial, no exemplar de 02/03/09, pag. B3, Caderno dinheiro).








