QUÍMICA E PETROQUÍMICA

 

 

atualizado em mar/2009

 

RANKING

As maiores empresas do setor de QUÍMICA E PETROQUÍMICA, de acordo com o anuário Exame Melhores e Maiores de 2008 são Braskem, Refap, Copesul, Bunge Fertilizantes, Basf, Petroquímica União, Dow, Bayer, Rhodia e DuPont.

As maiores empresas na liderança de mercado conquistado em vendas são Braskem, Refap, Copesul, Bunge Fertilizantes, Basf, Petroquímica União, Dow, Bayer, Rhodia e IPQ.

 

AS MAIORES DO SETOR DE QUÍMICA E PETROQUÍMICA

RECEITA OPERACIONAL BRUTA

 em US$ milhões – dados de 2007

 

Braskem

9 379,5

Refap

6 947,2

Copesul,

4 802,8

Bunge Fertilizantes

3 481,9

Basf

2 794,1

Petroquímica União

2 645,8

Dow

2 238,5

Bayer

1 827,4

Rhodia

1 712,8

10º

DuPont

1 701,9

                           

Fonte: Exame Melhores e Maiores/2008

 

AS MAIORES DO SETOR DE QUÍMICA E PETROQUÍMICA

EM MERCADO CONQUISTADO NAS VENDAS %

 

Braskem

14,1

Refap

10,4

Copesul

7,2

Bunge Fertilizantes

5,2

Basf

4,2

Petroquímica União

4,0

Dow

3,4

Bayer

2,7

Rhodia

2,6

10º

IPQ

2,3

                      Mediana: 45 empresas 1,5

Fonte: Exame Melhores e Maiores/2008

 

AMBIENTE DE MERCADO

 

O setor sofrerá, no curto prazo, por estar no final de seu mais recente ciclo de expansão, justamente no momento da crise global – que provoca uma oferta maior que a demanda.

Os fatores positivos que podem atenuar a crise seriam a queda dos preços de matéria-prima – que já aconteceu e a própria consolidação do setor, que após a onda de aquisições, resultou em duas grandes petroquímicas: Braskem e Quattor Participações (controlada por Polietilenos União, a Rio Polímeros, a Petroquímica União e a Quattor Petroquímica, ex-Suzano).

A oportunidade no curto prazo estaria na fabricação de resinas – que ainda são mais importadas pelo Brasil, do que produzidas internamente; e para 2010, com a recuperação dos efeitos da crise global, nos setores como agricultura, construção, higiene e limpeza; automotivos e eletrônicos. Vale ressaltar que o aumento da demanda interna está muito condicionado, como em vários outros setores, ao crédito, atualmente, dificultado pela crise.

As exportações poderiam ser facilitadas, pela atual posição do câmbio. Resta saber, em momento de crise global, quais mercados estariam em posição de comprar os produtos brasileiros, principalmente no atual ambiente, de desalinhamento de estoques e preços, que influenciou negativamente os resultados do último trimestre de 2008: queda na produção de 19,56% e nas vendas internas de 38,03% em relação ao mesmo período de 2007. O consumo de produtos químicos caiu principalmente nos Estados Unidos, na Europa e na China. A queda dos preços das commodities, como o petróleo e a nafta, derrubou a cotação dos produtos químicos de uso industrial no mercado internacional.

Fonte: Exame Maiores e Melhores 2008, Avaliação da PricewaterhouseCoopers, Gazeta Mercantil, Caderno C, Anna Lúcia França.