PAPEL E CELULOSE
atualizado em mar/2009
RANKING
As maiores empresas do setor de PAPEL E CELULOSE, de acordo com o anuário Exame Melhores e Maiores de 2008 são Suzano, Klabin, VCP, Aracruz, Internacional Paper-SP, Ripasa, Cenibra, Santher, Rigesa e Veracel.
As maiores empresas na liderança de mercado conquistado em vendas são Suzano, Klabin, VCP, Aracruz, Internacional Paper-SP, Ripasa, Cenibra, Santher, Rigesa e Veracel.
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AS MAIORES DO SETOR DE PAPEL E CELULOSE RECEITA OPERACIONAL BRUTA em US$ milhões – dados de 2007
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1º |
Suzano |
2 249,6 |
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2º |
Klabin |
1992,0 |
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3º |
VCP |
1559,9 |
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4º |
Aracruz |
1491,1 |
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5º |
Internacional Paper-SP |
1 155,2 |
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6º |
Ripasa |
829,0 |
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7º |
Cenibra |
751,6 |
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8º |
Santher |
502,9 |
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9º |
Rigesa |
485,1 |
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10º |
Veracel |
481,6 |
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Fonte: Exame Melhores e Maiores/2008 |
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AS MAIORES DO SETOR DE PAPEL E CELULOSE EM MERCADO CONQUISTADO NAS VENDAS %
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1º |
Suzano |
15,7 |
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2º |
Klabin |
13,9 |
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3º |
VCP |
10,9 |
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4º |
Aracruz |
10,4 |
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5º |
Internacional Paper-SP |
8,1 |
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6º |
Ripasa |
5,8 |
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7º |
Cenibra |
5,3 |
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8º |
Santher |
3,5 |
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9º |
Rigesa |
3,4 |
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10º |
Veracel |
3,4 |
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Mediana: 21 empresas 3,2 Fonte: Exame Melhores e Maiores/2008 |
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AMBIENTE DE MERCADO
O mercado brasileiro de Papel e Celulose ainda é incipiente, pelos padrões globais. Como exemplo, a multinacional International Paper tem uma capacidade de produção comparável à de toda a indústria brasileira e faturou, em 2007, US$ 22 bilhões – quase dez vezes mais que a Suzano, nossa líder de mercado.
É por isso que o setor brasileiro de Papel e Celulose vem ensaiando uma onda de aquisições, para ganhar tamanho e competitividade no mercado mundial. Em 2007, uma grande movimentação do setor foi a aprovação do Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica – da compra, pela Suzano, de 50% da fabricante de papel Ripasa, adquirida em 2005 em parceria com a VCP, do Grupo Votorantim. Desde 2008, a VCP tenta adquirir a Aracruz, para criar a maior fabricante mundial de celulose e de fibra curta. Depois de duas tentativas, a Votorantim pagará R$ 2,710 bilhões por 28% das ações da Aracruz pertencentes à Arapar, que estavam nas mãos das famílias Lorentzen, Almeida Braga e Moreira Salles. O mesmo valor deverá ser desembolsado também pelas ações da Arainvest, do grupo Safra. Na primeira negociação, o Safra permaneceria como acionista da nova empresa. Agora a expectativa é que o grupo queira sair do negócio.
As empresas do setor também vêm buscando a internacionalização de suas atividades. A Suzano, que em 2007 exportou 80% de sua produção de celulose, vem ampliando sua presença no exterior, com a abertura de escritórios na China, Argentina e nos Estados Unidos.
Com relação à crise mundial, o setor deverá sentir um pouco seus efeitos, principalmente no 1º semestre de 2009. A Klabin, maior produtora de papéis e embalagens da América Latina e líder isolada em vendas no Brasil; deverá sofrer menos com a crise porque está mais presente no mercado interno e se beneficia do aquecimento do setor de embalagens, previsto para o 1º semestre de 2009. A empresa vende parte da sua produção para outros países, mas as exportações de papel cartão, por exemplo, tiveram início há pouco mais de três anos.
Quanto aos investimentos futuros do setor, de acordo com a Bracelpa – Associação Brasileira de Papel e Celulose, o setor não cancelará os investimentos previstos, que já focam 2015. O foco do Brasil é investir para ultrapassar a produção de celulose da China (19,070 milhões de toneladas) nos próximos anos. O setor investirá US$ 11 bilhões até 2011 e de 2012 a 2015 serão investidos US$ 10 bilhões. No final de 2012, a Bracelpa projeta que Brasil atinja 17 milhões de toneladas de celulose em capacidade instalada.
Fonte: Exame Maiores de Melhores 2008, Análise Schwabb, InvestNews, Portal Exame, Blogbar do Fontana.








